Hoje existem quatro tipos de cirurgia regulamentadas para o tratamento da obesidade grave: a banda gástrica ajustável, o duodenal switch, o sleeve e o bypass.
Ultimamente, a comunidade médica tem abandonado a banda gástrica ajustável, devido à perda de peso insuficiente no longo prazo, e o duodenal switch, porque apresenta uma série de complicações nutricionais como consequência de um desvio muito grande do intestino.
Nesse sentido, quando se trata de cirurgia bariátrica, duas opções populares são o sleeve e o bypass. Ambos os procedimentos são eficazes para a perda de peso e o tratamento da obesidade, mas apresentam diferenças significativas.
Neste artigo, discutiremos a diferença entre o Sleeve e o Bypass Gástrico, abordando tópicos como suplementação necessária e possíveis efeitos colaterais, para ajudar você a entender melhor as opções disponíveis.
O Sleeve Gástrico, também conhecido como gastrectomia vertical, envolve a remoção de aproximadamente 80% do estômago, resultando em um órgão com formato de tubo. Essa redução do tamanho do estômago limita a quantidade de alimentos que podem ser consumidos, levando a uma redução na ingestão calórica.
Saiba mais:
O que é, como funciona e quem pode se beneficiar do sleeve gástrico
Após o Sleeve Gástrico, é comum que os pacientes precisem tomar suplementos vitamínicos, especialmente vitamina B12, devido à redução da capacidade de absorção desses nutrientes. Alguns efeitos colaterais comuns do Sleeve Gástrico incluem azia, refluxo ácido e intolerância alimentar.
O Bypass Gástrico envolve a criação de uma pequena bolsa no topo do estômago e a conexão direta dessa bolsa com o intestino delgado, desviando uma parte do estômago e do intestino. Nesse sentido, o procedimento reduz a capacidade do estômago e também promove a absorção limitada de nutrientes, resultando em uma ingestão calórica reduzida.
Saiba mais:
O que é, como funciona e quem pode se beneficiar do bypass gástrico
Assim como no Sleeve Gástrico, os pacientes submetidos ao Bypass Gástrico precisam tomar suplementos vitamínicos para prevenir deficiências nutricionais, especialmente vitaminas B12, D, cálcio e ferro. Por sua vez, dentre os efeitos colaterais possíveis estão a síndrome de dumping (reação do organismo a alimentos ricos em açúcar) e intolerância alimentar.
Ambos são procedimentos eficazes no tratamento da obesidade e na perda de peso. No entanto, é essencial avaliar cuidadosamente os prós e contras de cada opção, levando em consideração fatores individuais e a orientação de profissionais de saúde. A suplementação adequada e o acompanhamento médico são essenciais após ambos os procedimentos para garantir a saúde e o bem-estar a longo prazo.
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